Sinopse: Homer Simpson (Dan Castellaneta) tem um novo bicho de estimação: um porco. Devido a um silo perfurado e cheio de fezes, um desastre de grandes proporções acontece em Springfield. Isto faz com que uma multidão sedenta por vingança se reúna diante da casa dos Simpsons, querendo Homer e sua família de qualquer jeito. Eles conseguem escapar, mas a partir de então os Simpsons passam a discutir e se dividir sobre o ocorrido. Paralelamente o ocorrido chama a atenção do presidente dos Estados Unidos, Arnold Schwazenegger (Harry Shearer), e do chefe da Agência de Proteção Ambiental, Russ Cargill (Albert Brooks), que planeja realizar um plano diabólico para conter o desastre ocorrido.
Cometário dele:
Tão bom quanto qualquer um dos melhores melhores episódios exibido na TV. Só que tem 1 hora e meia de duração!
Melhor momento: Bart andando pelado andando de skate.
Pior momento: a voz (dublagem) do Homer?
Nota dele: NOTA 9
Sinopse: Sin City é uma cidade que seduz as pessoas. Nela vivem policiais trapaceiros, mulheres sedutoras e vigilantes desesperados, com alguns estando em busca de vingança e outros em busca de redenção. Um deles é Marv (Mickey Rourke), um lutador de rua durão que sempre levou sua vida a seu modo. Após levar para casa a bela Goldie (Jaime King), ela aparece morta em sua cama. Isto faz com que Marv decida percorrer a cidade em uma jornada pessoal, em busca de vingança. Além dele há Dwight (Clive Owen), um detetive particular que tenta a todo custo deixar seus problemas para trás. Após o assassinato de um policial, Dwight se apresenta para proteger suas amigas, as damas da noite. Há também John Hartigan (Bruce Willis), o último policial honesto da cidade, que restando apenas uma hora para se aposentar se envolve na tentativa de salvar uma jovem de 11 anos das mãos do filho de um senador.
Cometário dele: tem um visual magnífico que por si só já paga o aluguel. Tudo é estilizado como se fosse quadrinhos: a narrativa, os personagens, os diálogos as cenas... a violência (e que violência!). É como ler um gibi na tela.
Melhor momento: há muitos.
Pior momento:
Nota dele: nota 9
Sinopse: 2027. Não se sabe o motivo, mas as mulheres não conseguem mais engravidar. O mais novo ser humano morreu aos 18 anos e a humanidade discute seriamente a possibilidade de extinção. Theodore Faron (Clive Owen) é um ex-ativista desiludido que se tornou um burocrata e que vive em uma Londres arrasada pela violência e pelas seitas nacionalistas em guerra. Procurado por sua ex-esposa Julian (Julianne Moore), Theodore é apresentado a uma jovem que misteriosamente está grávida. Eles passam a protegê-la a qualquer custo, por acreditar que a criança por vir seja a salvação da humanidade.
Cometário dele:
Num futuro próximo as mulheres pararam de parir e de engravidar. Ninguém sabe o motivo, nem há pistas no filme do que pode estar ocorrendo com fertilidade feminina. E isso acaba sendo uma coisa boa para o filme, pois em tempos de clonagem e todo tipo de manipulação genética que poderiam reverter o quadro, é melhor do que ouvir uma explicação estapafúrdia.
Destaque para as cenas de guerrilhas, que são bem realistas e imersivas.
Pra quem é ligados a jogos, não dá pra evitar comparações com o clima de Half Life 2. Desde a polícia truculenta até uma fuga pelo esgotos da cidade. Nem parece que isso seja mera coincidência.
Melhor momento: cenas de guerras de tirar o fôlego.
Pior momento: o final?
Nota dele: Nota 9