sexta-feira, 11 de maio de 2007

Quase deuses

Sinopse: Nashville, 1930. Vivien Thomas (Mos Def) é um hábil marceneiro, que tinha um nome feminino pois sua mãe achava que teria uma menina e, quando veio um garoto, não quis mudar o nome escolhido. Eleé demitido quando chega a Grande Depressão, pois estavam dando preferência para quem tinha uma família para sustentar. A Depressão o atinge duplamente, pois sumiram as economias de 7 anos, que ele guardou com sacrifício para fazer a faculdade de medicina, pois o banco faliu. Thomas consegue emprego de faxineiro, trabalhando para Alfred Blalock (Alan Rickman), um médico pesquisador que logo descobre que ele tem uma inteligência privilegiada e que poderia ser melhor aproveitado. Blalock acaba se tornando o cirurgião-chefe na Universidade Johns Hopkins, onde está pesquisando novas técnicas para a cirurgia do coração. Os dois acabam fazendo um parceria incomum e às vezes conflitante, pois Thomas nem sempre era lembrado quando conseguiam criar uma técnica, já que não era médico.

Cometário dele:

Ei, o negro (afro-descendente, como queiram) deste filme é a fuça do Lázaro Ramos! E na versão portuga, deve ter sido mesmo dublado por Lazaro Ramos (não pesquisei). É bom de ver os dois protagonistas numa guerra de egos megalomaníacos, como só médicos poderiam ter. Não tenho nada contra médicos não. Só evito ir a um consultório porque sei que, idepedente do que eu fale, saio de lá sempre com uma receita. Eu posso chegar lá e dizer "Doutor, nunca me senti tão bem!", e ele de cabeça baixa já vai estar rabiscando um papel e dizendo "Toma isto aqui que você vai melhorar". Só pra ilustrar: uma vez fui ao médico por causa de uma DOR que estava sentindo. Reclamei que doía quando fazia assim, quando fazia assado. Ele de pronto diagnosticou o problema e emendou "Isto que você tem NÃO DÓI!". Essa sim, DOEU! E muito. Só não chorei porque tive que rir, rsrsrs. Voltando ao filme, se você for filiado ao ao Greenpeace, sociedade protetoras dos animais ou coisa do tipo, passe longe! Cachorrinhos são usados como cobaias. Basicamente eles pegam os cãozinhos saudáveis e abrem o bicho, deixam o bicho doente, simulando uma certa doença, e depois tentam curar. Claro que sem muito sucesso em vários casos. Tudo em nome da ciência. Mas se isso não não te incomodar, pode ser um bom filme.

Nota dele: 8

Um comentário:

Anônimo disse...

o filme é excelente, mostra uma dura realidade vivida ainda nos dias atuais...