Cometário dele:
Dois corpos podem ocupar o mesmo lugar no espaço? Sim, podem! Desde que não seja ao mesmo tempo. É isso que acontece nesse filme: dois corpos separados pelo tempo - “E longe no tempo, que é muito mais longe que longe no espaço”, como diria Antonio personagem do filme A máquina. O casal se corresponde por cartas (não espere nenhuma explicação científica ou paracientífica de como isto ocorre). Apaixonam-se. E Alex, que vive dois anos no passado, tenta inserir-se na vida de Kate e fazer parte de seu presente. Fora estes detalhes do enredo, o restante é o mesmo que se vê nos outros romances. Tudo bonitinho demais.
Melhor momento: o trailer do cinema, que faz o filme parecer mais dramático e profundo do realmente é.
Pior momento: as primeiras correspondências trocadas pelos protagonistas. Assista em pé pra não dormir.
Nota dele: 6
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