segunda-feira, 4 de junho de 2007

Fahrenheit 451

Sinopse: Em um Estado totalitário em um futuro próximo, os "bombeiros" têm como função principal queimar qualquer tipo de material impresso, pois foi convencionado que literatura é um propagador da infelicidade. Mas Montag (Oskar Werner), um bombeiro, começa a questionar tal linha de raciocínio quando vê uma mulher preferir ser queimada com sua vasta biblioteca ao invés de permanecer viva.

Cometário dele:

É melhor entender como as coisas funcionam e ser infeliz? Ou viver alienado e feliz? Talvez o ideal seria entender as coisas e ser feliz (se possível).
O filme mostra uma sociedade num futuro indeterminado, onde a “realidade” é inventada e qualquer coisa que possa vir a gerar questionamento, como os livros, é proibido. “Assim é mais fácil me controlar... e mentir... e matar o que tenho de melhor” como diria Renato Russo. Não li o livro de Ray Bradbury, não sei até onde o filme é fiel, mas posso garantir que o filme é brilhante. Ficção-científica que se sustenta não por ter parafernálias e monstrengos, mas uma boa história.


Melhor momento: uma cena que exibe um livro sendo queimado página por página. Hoje com o uso de computadores, seria fácil fazer isso, mas, por ter sido feita da década de sessenta, é uma cena primorosa.
Pior momento:
uma cena de perseguição em que homens-voadores, que parecem mais com um bando de moscas, perseguem Montang. Tem uns efeitos especiais igualzinho aos do Programa do Chaves. Ficou hilário! Rsrsrs. Mas tem-se que dar um desconto: o filme é de 66.

Nota dele: 9

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