Sinopse: Ambientado em 1935, no corredor da morte de uma prisão sulista, À espera de um milagre é a história entre o chefe de guarda da prisão (Tom Hanks) com um de seus prisioneiros (Michael Clarke Duncan). Aos poucos, desenvolve-se entre eles uma relação incomum, baseada na descoberta de que o prisioneiro possui um dom mágico que é, ao mesmo tempo, misterioso e milagroso.
Cometário dele:
Assisti ao filme três vezes e não sei explicar como as três horas de duração do filme passam sem que eu me dê conta. É mesmo um filme mágico. E leve apesar das cenas “chocantes”, em todos os sentidos da palavra. Tem um ar bem familiar para quem já viu (e quem não viu deve ver) Um sonho de liberdade, o que não é para menos, pois as duas histórias são baseadas em livros do Stephen King, e ambos os filmes receberam a mesma direção, de Frank Darabont.
Melhor momento: a chegada de John Coffey (Michael Duncan) ao presídio.
Pior momento: não é um momento em si, mas o título em português, que tenta convergir toda a história para um único acontecimento não cabal.
Nota dele: nota 9
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